Este blog tem como principal objectivo apresentação de variádos conteúdos sobre o tema a Educação Social em Portugal.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Estratégias de Intervenção na Agressividade na perspetiva do Educador Social

Nas últimas décadas a sociedade tem vindo a passar por um intenso processo de modificação, fruto de constantes alterações sociais, gerando-se assim novos desafios. Neste sentido, um dos grandes desafios da atualidade prende-se com as exigências ao nível do comportamento das crianças.
Nesta sequência de acontecimentos surge o educador social no mundo atual, como resposta às crescentes necessidades da intervenção em sociedade na resolução dos problemas sociais e humanos. Neste seguimento, o educador social estabelece-se intervindo com várias faixas etárias e nos mais diferentes contextos sociais, culturais, educativos e económicos.
Verifica-se assim, uma grande dificuldade ao tentarmos definir o perfil do educador social, pois este é um “profissional da educação e do trabalho social”, atuando em diversos campos, embora “demonstrando sempre uma intencionalidade educativa” na sua atuação, orientada numa perspetiva “transformadora” (Veiga & Correia, 2011, p.73)
O educador social está, permanentemente atento às diversas problemáticas da sociedade, promovendo projetos de construção da identidade pessoal, assentes em estratégias relacionais refletidas e operacionalizadas pela pedagogia social. (Carvalho & Batista, 2004).
No que concerne à problemática dos comportamentos de natureza agressiva o técnico de educação social, pode desempenhar um papel preponderante nesta área. De facto, todos nós sabemos que a agressividade em crianças não é uma problemática recente, esta sempre existiu, contudo não se resume a um problemas das famílias ou das escolas, deve ser vista como um problema de toda a sociedade, de forma a poder-se desenvolver uma intervenção ampla e global.
A escola é o local onde a criança passa a maioria do seu tempo, sendo que é na escola que muitas vezes são verificados comportamentos agressivos. Como tal, a escola e todos os que dela fazem parte, desde professores, educadores, psicólogos, técnicos sociais, nomeadamente o educador social, entre outros, têm um papel muito importante no que respeita ao controle, extinção e até prevenção de comportamentos agressivos.
Numa primeira etapa, é essencial que todos os técnicos/profissionais que intervenham direta ou indiretamente em situações de condutas agressivas tenham conhecimentos teóricos para que possam compreender a origem do fenómeno, fatores que propiciam tal comportamento, assim como todos os aspetos inerentes a esta problemática.
Assim, a escola em conjunto com todos os seus profissionais, deve focar a sua intervenção numa primeira fase para a prevenção, desenvolvendo práticas que estimulem a igualdade entre os pares, justiça e reciprocidade. Todo este processo deve assentar numa perspetiva de educação cívica, ou seja, promovendo o desenvolvimento da consciência social, como a empatia, capacidade de escuta e de comunicação, gestão eficaz dos conflitos interpessoais, colaboração e a gestão emocional, que no meu entender é um fator essencial para o controlo de comportamentos de conduta como a agressividade.
Todas as competências acima mencionadas aliadas a orientações curriculares e estratégias desenvolvidas, atendendo à diversidade e pluralidade individual, podem ser responsáveis pelo sucesso educativo de todos os alunos.
Como forma de implementar todos os aspetos a desenvolver podemos recorrer ao auxílio de dinâmicas ajustadas a cada objetivo, trabalhos desenvolvidos em grupos, utilizando por exemplo dilemas éticos e promoção de atividades lúdicas e artísticas.
Nesta situação, penso que a intervenção deverá centrar-se na perspetiva do agressor, ou seja da criança que manifesta um comportamento agressivo. No entanto, a escola não deve ser considerada aspeto único quando intervimos nesta problemática, sendo que é fundamental perceber e intervir no contexto familiar (Ramírez, 2001).
Como podemos verificar com o explanado ao longo do trabalho, quando a família não desempenha o seu papel de agente socializador, os comportamentos adequados por parte das crianças poderão estar comprometidos. Assim neste ponto, o educador social, poderá em conjunto com outros técnicos desenvolver programas de educação parental, onde irá focar a sua intervenção em aspetos como as relações entre os vários elementos do agregado e práticas educativas corretas e adequadas à idade e características da criança em causa, permitindo que seja possível a extinção/inibição de comportamentos desajustados no futuro.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Intervenção com famílias multiproblemáticas através da metodologia Photovoice


Intervenção com famílias multiproblemáticas através da metodologia Photovoice
A metodologia Photovoice surge em 1994 com os trabalhos realizados de Carolina Wang (Universidade de Michigan) e Mary Ann Burris (Universidade de Londres), no âmbito de estudos na área da promoção e educação para a saúde. Nesta metodologia está inerente um método participativo que utiliza a fotografia e a voz como um meio para aceder ao “mundo dos outros” (Wang, 1999, cit. por Carvalhais, 2010, p.36).
Como tal, esta metodologia poderá ser utilizada em diversos contextos, contudo podemos distingui-la por ser um método de intervenção social muito atrativo. Este emprega a fotografia e a voz como um instrumento de empowerment, uma vez que promove a participação e o exercício da cidadania, ainda mais se for utilizado com populações em contextos mais desfavorecidos.
A utilização desta metodologia revela como objetivo principal a reflexão dos indivíduos, através das suas próprias experiências, quer sejam elas familiares ou comunitárias, importa é que se promova o diálogo crítico e o conhecimento de aspetos importantes das suas vidas (Photovoice, 2009).
Enquanto metodologia, no âmbito da intervenção com famílias multiproblemáticas, enquadra-se em Lisbon Strategy and the lastest rectifications to the EU Treaty and other EU Directives. Tais medidas, pretendem fomentar a participação cívica e a aquisição de competências para a participação, sendo que perante esta necessidade de implementação parece construir-se um instrumento muito apropriado a esses objetivos (Rodrigues, Carvalhal & Alarcão, 2008).
Assim, ao nível da sua implementação a metodologia photovoice desenvolve-se ao longo de três fases: a fase de preparação, a fase de ação e por fim, a fase de finalização.
A primeira fase, designada de preparação deve centrar-se na conceptualização do problema e posteriormente na definição dos objetivos que pretendemos alcançar com a intervenção. É importante recrutar o público-alvo para a audiência dos resultados photovoice, sendo que também não podemos descurar a formação dos profissionais, sendo fulcral que estes assumam um papel de “facilitadores” da mudança (Rodrigues, 2011).
A segunda fase, designada por fase da ação deve desenrolar-se em várias sessões de grupo, constituído por 8 a 12 elementos, para que todos tenham oportunidade de se expressar. Nestes grupos devem estar presentes os participantes e os facilitadores, pretendendo-se que os participantes reflitam sobre variados temas pertinentes da sua comunidade através da captação de imagens que respondem a perguntas que vão sendo lançadas ao longo das sessões. Durante as sessões os participantes procedem à apresentação individual das suas fotografias, referenciando como estas estão relacionadas com o tema da sessão. Por fim, segue-se a análise em profundidade das fotografias, estendendo a discussão de um nível pessoal para um nível social (Rodrigues, 2011).
A terceira e última fase, caracterizada como a fase da finalização, é o espaço onde se procede à documentação das histórias/narrativas, onde se seguida divulgam os resultados junto da “audiência”.
A metodologia photovoice revela múltiplas potencialidades uma vez que apresenta elevada flexibilidade, podendo ser adaptada a variados contextos de intervenção e respondendo a diferentes objetivos, acrescenta o elemento visual aos processos participativos tradicionais de recolha e análise de informação, sendo que estimula e promove o envolvimento das populações (Rodrigues, 2011).
Como tal, podemos concluir que a presente metodologia revela grande impacto na intervenção com populações muito desfavorecidas/marginalizadas, nomeadamente famílias de etnia cigana, onde se pretende desenvolver a consciência crítica, impulsionando visões alternativas sobre os problemas que afetam a comunidade (Rodrigues, Carvalhal & Alarcão, 2008).

quarta-feira, 11 de abril de 2012

PAPEL DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO SOCIAL NA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS EM MEIO ESCOLAR

A Educação Social surge no mundo atual, como resposta às crescentes necessidades da intervenção em sociedade na resolução dos problemas sociais e humanos. Neste seguimento, o educador social estabelece-se intervindo com várias faixas etárias e nos mais diferentes contextos sociais, culturais, educativos e económicos.

Verifica-se assim uma grande dificuldade ao tentarmos definir o perfil do educador social, pois este é um “profissional da educação e do trabalho social”, atuando em diversos campos, embora “demonstrando sempre uma intencionalidade educativa” na sua atuação, orientada numa perspetiva “transformadora” (Veiga & Correia, 2011, p.73)

Considerando determinante a formação científica do educador social para a sua atividade profissional, este deve ser dotado de certas competências pessoais. Assim, segundo o Código Deontológico do educador social “deve esforçar-se para desenvolver em si qualidades pessoais que otimizem o seu desempenho profissional, tais como a paciência, a tolerância, o autocontrole, a empatia, o altruísmo, o equilíbrio” (Código Deontológico para a profissão de Educador Social em Portugal, 2001).

O educador social está, permanentemente atento às diversas problemáticas da sociedade, promovendo projetos de construção da identidade pessoal, assentes em estratégias relacionais refletidas e operacionalizadas pela pedagogia social. É neste seguimento que este profissional se reconhece exercendo as suas funções educativas enquanto mediador social (Carvalho & Batista, 2004).

Como refere Carvalho & Batista (2004), e tendo em conta as competências profissionais educador social como mediador, este deve ser “um sujeito flexível simultaneamente implicado e distanciado e, deste modo, capaz de empreender e gerir criativamente as relações interpessoais e intergrupais” (Carvalho & Batista, 2004, p.92).

Na perspetiva de Fermoso (1998), o profissional de educação social pode agir no âmbito da resolução e prevenção de conflitos, tratando-se de um “profissional híbrido”, pois pode atuar de diferentes formas, nomeadamente com famílias, em contextos onde se registem focos de violência, sobretudo em escolas como agente mediador (Fermoso, 1998, p.93, cit. por Azevedo, 2004, p.8).

Ainda segundo a opinião de Fermoso (1998), o educador social deverá focar a sua intervenção ao nível da prevenção primária e secundária, centrando-se a educação preventiva primária ao nível das campanhas de sensibilização contra as condutas violentas nas escolas e gestão de conflitos em meio escolar, atividades essas dirigidas a alunos, professores, educadores e pais. A prevenção de nível secundária seria realizar atividades de educação não formal individualizadas, auxílio pedagógico a alunos com condutas violentas, intervenção direta na resolução de conflitos, ajuda aos pais que têm filhos com condutas violentas, orientando-os na resolução de tais problemas (Fermoso, 1998, cit. por Azevedo, 2004).

Assim, num projeto de intervenção sócio-educativa que o educador social pode efetuar nas escolas é muito complexa e requer competências especificas, baseadas na escuta e diálogo, trabalhando assim como um agente mediador.

Do ponto de vista prático, o educador social, também um mediador, este compete-lhe construir um processo justo, restabelecendo a comunicação e criando o espaço e o clima adequados para que as partes possam confrontar a situação de conflito e resolvê-la. Para tal o educador social para desempenhar o papel de mediador, deve desenvolver capacidades de escuta ativa, de construção de relações de confiança, de articulação entre pontos de vista diferentes, de construção de um clima relacional entre as partes favorável à expressão emocional, à criatividade e à negociação (Costa, 2003).

Assim, na escola, o referido profissional procura criar condições para que a mediação se torne numa prática de inclusão social e cidadania, sendo que este profissional não deverá trabalhar de forma isolada, mas sim, integrado em equipas multidisciplinares, pois só assim, se conseguem criar estratégias capazes de dar respostas eficazes e simultaneamente diversificadas.

sábado, 24 de setembro de 2011

Banco Alimentar - Quem realmente necessita

Chamo-me Neuza Pimenta, sou Educadora Social e vejo a iniciativa do Banco Alimentar fundamental para muitas famílias carenciadas, principalmente em tempos de crise, como o que estamos a passar. Como pessoa acho essencial contribuir para esta iniciativa pois muitas famílias dependem deste apoio para sobreviverem. No entanto, estou indignada ao perceber que muitas pessoas que estão a usufruir deste apoio, não dependem dele para uma questão de sobrevivência, muitas pessoas vão buscar alimentos sem que realmente necessitem, sendo que a fatia que vai para os mais pobres é pequena...não sei que critérios são utilizados para seleccionar os utentes deste serviço, no entanto, os que neste momento estão ser usados não estão a ser eficazes.
E a questão não se centra apenas nas pessoas que indevidamente estão a utilizar este serviço, o problema é a falta de credibilidade do mesmo. Sei de pessoas/famílias que vão deixar de contribuir para o mesmo por tomarem conhecimento destes abusos.
Com este comentário não quero criticar quem quer que seja, mas sim alertar para uma situação injusta e amoral. Como profissional, sei que existe sempre forma de contornar a situação com falsos documentos, no entanto, numa altura destas é necessário conhecer-se bem as situações e famílias, trabalhar-se em rede, tornando o apoio mais personalizado e não tão generalizado.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O estado da Educação de Adultos em Portugal

A Educação de Adultos deve dar sentido à vida, pois ela abrange todo um conjunto de processos de aprendizagem, através dos quais os adultos desenvolvem as sua capacidades, enriquecem conhecimentos, aperfeiçoam qualificações técnicas e profissionais, satisfazendo assim, as suas próprias necessidades e as da sociedade actual.

Assim, no século XXI a Educação de Adultos, cada vez mais deverá assumir-se como uma educação permanente, uma educação ao longo da vida. Cada indivíduo desempenha o seu papel como cidadão activo e participativo na vida produtiva, cultural e política de uma sociedade, tendo sempre em vista a construção de um mundo cada vez mais democrático e solidário, no qual o direito À diferença e à igualdade de oportunidades seja uma realidade visível.

É fundamental que existam cada vez mais iniciativas centradas na educação e formação ao longo da vida, pois estas potenciam a qualificação da população adulta, por via da valorização das competências adquiridas ao longo da vida, em diferentes contextos, no sentido de aumentar a competitividade do tecido empresarial, tão importante para a estabilidade económica do país, face aos desafios provocados pela globalização da economia mundial e inovação tecnológica.

Neste momento Portugal enfrenta um grande desafio, que consiste um elevar as qualificações ao nível educativo da sua população adulta, sendo que para tal foi necessário criar respostas para atingir esse objectivo.

Para tal, o Ministério da Educação e o Ministério do Trabalho e da Solidariedade, desenvolveram a iniciativa Novas Oportunidades.

Esta iniciativa assenta em dois pilares, a elevação da formação base de jovens, nomeadamente pela diversidade das ofertas de educação e formação, através do reforço das vias profissionalizantes, a elevação da formação base da população activa adulta, a partir das competências adquiridas e reconhecidas.

Assim, foram expandidos a Rede de Centros de Reconhecimento Certificação e Validação de Competências, pretende-se promover a melhoria dos níveis de certificação escolar dos adultos maiores de 18 anos, que não possuam o nível básico ou secundário, numa perspectiva de aprendizagem ao longo da vida.

Esta iniciativa contempla os Cursos do Ensino Recorrente, que permitem conciliar os estudos com uma actividade profissional, sendo que, funcionam como módulos capitalizáveis, destinando-se a pessoas que pretendam obter o nível de formação secundário.

Os cursos de Educação e Formação de Adultos, como o nome indica, envolvem a educação e formação para públicos adultos com idade igual ou superior a 18 anos. Dirigem-se a pessoas que queiram obter o nível básico ou secundário.

As Universidades Seniores são uma iniciativa progressista e atende fundamentalmente pessoas de mais idade, assegurando o pressuposto que a vida não pára, nem termina com a idade.

Para além destas iniciativas, existe ainda o acesso à universidade para pessoas com mais de 23 anos, tendo em conta a experiência profissional do candidato. Sendo que, esta iniciativa tem como objectivo a promoção para a igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior, atraindo assim novos públicos, numa lógica de aprendizagem ao longo da vida.

Assim, a lógica de educação permanente acentua a importância, não só, da educação escolar, mas também da educação de adultos, a qual deve prolongar-se ao longo da vida abarcando todos os domínios do saber e conhecimento, utilizando todos os meios possíveis, possibilitando aos indivíduos um desenvolvimento pleno da sua personalidade.

Em conclusão, podemos referir que a Educação de Adultos é designada como a totalidade dos processos organizados de educação, em que os adultos considerados pela sociedade fazem evoluir as suas atitudes e comportamentos numa dupla perspectiva, isto é, de um desenvolvimento integral do seu “eu” e de uma participação no desenvolvimento social, económico e cultural equilibrado.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Educador Social em contexto escolar


Um dos temas mais preocupantes no que toca à educação das nossas crianças, refere-se à questão da violência protagonizada pelos jovens nos recintos escolares. Os fenómenos de bulling são cada vez mais visíveis e preocupantes pois a violência utilizada nestes comportamentos é cada vez maior.

Como educadores é fundamental compreendermos tais fenómenos para que possamos actuar de forma assertiva em cada situação, prevenindo e extinguido casos já sinalizados.

Tendo em consideração que o Educador Social é um profissional que pode intervir na prevenção e resolução de problemas como a violência no meio escolar, como profissionais da “condição humana”, podem actuar de diferentes formas, tal como na família, crianças e jovens em risco, focos de violência, nomeadamente na escola tendo um papel activo de mediador.

No âmbito da intervenção escolar o educador social pode adquirir um papel informal, não formal ou formal, apesar da educação formal estar a cargo dos docentes e não dos educadores sociais, no entanto, o educador social pode assumir um papel na educação preventiva, fomentando actividades e situações onde possa implementar campanhas de sensibilização contra condutas inadequadas. Pode ainda intervir de forma individualizada, ou seja, trabalhar de forma individual quer com os alunos, quer com a família dos mesmos.

O campo de acção do educador social são "os sectores sociais em desequilíbrio (…) além de solucionar determinados problemas próprios da inadaptação, tem duas funções não menos importantes: a primeira, desenvolver e promover a qualidade de vida de todos os cidadãos; a segunda, adoptar e aplicar estratégias de prevenção das causas dos desequilíbrios sociais. Noutras palavras, apesar das relações entre educação social e marginalização serem evidentes, com a marginalização não se esgota o âmbito da educação social". (Petrus, 1997, p.27).

De facto, a tarefa do educador é prevenir e intervir em situações de desvio ou risco em qualquer franja mais debilitada da sociedade, de forma a criar mudanças qualitativas. Deverá exercer intencionalmente influências positivas nos indivíduos. A educação social actua concomitantemente com outros profissionais de modo interdisciplinar na protecção e promoção sociais.

Como tal é importante reflectir sobre a importância do profissional de educação social, intervir junto dos jovens em ambiente escolar.


Neuza Pimenta

Técnica Superior de Educação Social